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MX Citybeat: "Talented Crop" (Ago 08, 2013)

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Traduzido pelo nosso site a partir da transcrição feita por Left_Hander do fórum Stadium Arcadium

Josh Klinghoffer pega o telefone para promover um álbum que ele gravou quatro anos atrás, enquanto ele está no estúdio para gravar os vocais de uma música que escreveu há oito anos.

As coisas ficam um pouco às avessas para a banda de Klinghoffer, os Dot Hacker, que tentam alcançar os seus sonhos adolescentes de terem sua própria banda enquanto entram em turnê com alguns dos maiores músicos do mundo.

Klinghoffer é o atual guitarrista do Red Hot Chili Peppers, que substituiu John Frusciante na banda em 2009.

Ele também tocou e esteve em turnê com PJ Harvey, Beck, The Butthole Surfers e conheceu seus companheiros de banda Clint Walsh e Eric Gardner, que tocaram com Charlotte Gainsbourg e Tom Morello, enquanto todos eles se apresentavam com Gnarls Barkley.

Acrescente o amigo Jonathan Hischke na mistura de jovens talentosos e você tem a banda Dot Hacker.

Batizado com o nome da avó de Gardner, ao invés de algum tipo de coisa na internet, o Dot Hacker toca o que eles chamam de sons arquitetônicos construídos sobre uma base ousada, tons manipulados e apoiados por exuberantes texturas ecléticas e ritmo angular. Seu primeiro álbum Inhibition – lançado na Austrália esta semana – mergulha nos esforços de Klinghoffer em estar confortável como frontman.

“A temática lírica, comigo sendo o líder da banda, mas sempre tocando com outras pessoas, tinha a ver com sentir-se inibido ou nunca se sentir confortável o suficiente”, diz ele.

“Então finalmente conseguir essa chance com essa banda era uma forma de superar essa inibição, eu acho.”

“Eu certamente não subo no palco com qualquer quantidade de inibição ou quando eu toco em bandas de outras pessoas, por isso, quando cheguei a ser a força propulsora ou o líder, definitivamente havia um monte de coisas no meu caminho pessoal que eu tinha que superar. Eu acho que é apenas uma maneira mais sutil de dizer isto.”

A experiência e o perfil adquiridos através dos outros compromissos da banda Dot Hacker também trouxe outros desafios.

É difícil conseguir ter os quatro integrantes da banda ao mesmo tempo no mesmo lugar, então a música deles é escrita e gravada sem muito tempo para ajustes.

Isso significa que eles têm de confiar uns nos outros e em seus instintos e, por vezes, deixar de lado o desejo de passar mais tempo aperfeiçoando as gravações. Também significa que Klinghoffer se pega escrevendo canções em lugares inusitados.

“Eu escrevo as letras de muitas músicas, e eu não recomendo isso, no carro”, diz ele.

“Dirigindo com minhas pernas e escrevendo. Eu tive um acidente de carro no início deste ano. Acho que escrevi um monte de letras para Inhibition enquanto dirigia para o norte da Califórnia, escrevendo em um caderno no escuro, desviando como se eu estivesse bêbado.

“É uma das únicas vezes que eu sou forçado a estar fisicamente em um lugar e posso estar sozinho trabalhando as palavras ou fraseado e melodia. Eu escrevo uma quantidade louca de coisas no carro. “

Klinghoffer espera lançar o próximo álbum de Dot Hacker até o final deste ano.

Os Dot Hacker também podem extender o trajeto da banda atraves de uma turnê pela Austrália no final deste ano, aumentando significativamente o número atual de shows já feitos pela banda, que fica em torno de 20.

É certo que será um bom show do cara que usa joelheiras por baixo da calça para suportar todos os splits, saltos e mergulhos que ele faz no palco.

Será que talvez ele tenha aprendido alguma coisa com o frontman dos Red Hot Chili Peppers, Anthony Kiedis, que possa ajudar com a inibição?

“Anthony é um dos melhores frontmans para sempre contagiar qualquer palco”, diz ele.

“Eu acho que por eu ficar desconfortável e ter as pessoas olhando para mim, acaba que me proporciona essa confiança selvagem ao vivo, o que é meio contraditório, eu sei.”

“Anthony me ensinou muito sobre muitas coisas. Eu nunca fui o frontman sem algum instrumento.

“Se eu for permitido a abaixar a guitarra e não ter que estar atrás de um piano ou algo assim, você pode me ver ficando no “modo Kiedis”.

“No entanto, você nunca me verá sem camisa, essa é a diferença.”

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