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Entrevista exclusiva: Josh Klinghoffer fala sobre a “nova” banda Dot Hacker

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Entrevista exclusiva: Josh Klinghoffer (guitarrista do RHCP) fala sobre a nova banda Dot Hacker

A banda de Los Angeles Dot Hacker, acabou de lançar seu primeiro EP com o mesmo nome da banda, através da Org Music, e agora anuncia seu primeiro álbum completo, Inhinition que será lançado em 1 de Maio de 2012. O álbum estará disponivel através de todos os grandes sites na internet no formato CD vinyl. Há uma tiragem exclusiva de 200 cópias de uma edição limitada em preto, azul e branco que já está disponivel para encomenda no site da Org Music AQUI.

A música do Dot Hacker é arquitectónica, construída sobre uma base sólida, tons manipulados e apoiados por uma exuberante textura eclética e ritmo angular. O som enigmático da banda vem da colaboração de amigos e fundadores, Josh Klinghoffer, Clint Walsh, Eric Gardner e Jonathan Hischke.

Antes de formar o Dot Hacker em 2008, os quatro já eram músicos, gravando e em turnê com uma lista impressionante de artistas incluindo: Beck, Gnarls Barkley, PJ Harvey, Charlotte Gainsbourg, The Butthole Surfers e Broken Bells entre muitos outros. Klinghoffer, vocalista da banda, atualmente também toca guitarra no Red Hot Chili Peppers. A banda planeja fazer shows em 2012 para apoiar o lançamento do álbum de estréia.

Tivemos a oportunidade de falar com Josh Klinghoffer sobre a banda que ele ajudou a fundar com os seus amigos, sobre o lançamento de seu primeiro álbum Inhibition, e as influências pessoais que tiveram um impacto musical sobre ele ao longo dos anos.

MMN:”Hey Josh, parabéns pelo lançamento do novo álbum! Demorou um longo tempo! Nos conte um pouco sobre a jornada de Inhibition desde que você começou a gravá-lo até o seu lançamento agora em 1 de Maio.”

Josh: “A jornada de Inhibition” começou pra mim, ou no meu ponto de vista, há muito, muito… muito tempo. SEMPRE foi um sonho começar uma banda com os meus amigos. Meus amigos mais próximos, pessoas que amo, respeito e confio, tanto musical como pessoalmente. Eu sempre estive procurando por uma oportunidade para que isso acontecesse. Pessoas que magicamente apareceram com os mesmos objetivos e desejos de fazer sons. Meu caminho me levou a diversas situações musicais, TODAS maravilhosas, mas eu nunca encontrava uma banda com pessoas próximas a mim. Ao longo do caminho fiz música com pessoas incriveis, então eu não quero que soe como se eu estivesse insatisfeito de alguma forma com a minha situação, mas o sonho de encontrar pessoas em um momento semelhante na vida delas, com o mesmo desejo ardente de tocar com outras me encantou”
“Quando eu estava em turnê com Gnarls Barkley, em 2006 (como tecladista), o guitarrista, Clint Walsh e eu ficamos amigos muito rápido e compartilhamos o amor eterno em formar uma banda dinâmica e começamos a planejar como construí-la. Através dele eu conheci Eric, e através de mim eles conheceram Jonathan. Era uma espécie de ajuste musical instantâneo. Todos nos demos muito bem, gostavamos de tocar juntos e todos nós queríamos a mesma coisa … estar em uma banda.”

“Eu sinto que poderia ser mais detalhista sobre essa jornada, mas eu só vou tocar nos principais pontos. Adam Samuels,

nosso amigo e engenheiro muito talentoso sempre me encorajou muito e havíamos conversado sobre trabalharmos juntos por algum tempo. Após os quatro de nós começamos a tocar e escrever canções, partimos em busca de um lugar inspirador para fazer um álbum. Adam encontrou esta grande casa em El Sereno, CA. e mudou seu estúdio para lá. Durante um grande período de 2009, acampamos lá. Escrevendo, gravando, rindo, bebendo café, e preparando o que tornou-se “Inhibition” Foi um processo maravilhoso. Estranho, extenuante, amoroso, rápido, lento, e não como todos esperavam em certos momentos, mas o resultado, eu acho, é uma documentação muito honesta de onde nós quatro, e Adam estavamos no momento, uns com os outros, e com nós mesmos. Adam estava na sala com a gente quando estamos trabalhando. Houve muita emoção e alegria na sala. “

“Nós, abre e fecha aspas, terminamos no meu aniverário de 30 anos. Foi no mesmo dia em que Adam e eu trocamos de casa. Me mudei para o El Sereno e ele para o lugar onde eu morava. Realmente, todos nós sentimos que está é uma grande realização. Através de bons e maus momentos, ausências e presenças, nós terminamos o álbum…juntos”
“As coisas levaram a todos nós em diferentes direções para um pouco depois disso, até que a orientação amorosa do nosso querido amigo Steve McDonald colocou o nosso álbum ainda sem título nas mãos de Jeff Bower da ORG. A reação de Jeff foi incrível e partimos para lançá-lo logo. A coisa foi feita, as pinturas foram selecionadas, os títulos escolhidos e em 01 de maio, “Inhibition” será lançado. “

“É um álbum pelo qual estou realmente orgulhoso. Eu também sou extremamente grato por ele estar sendo autorizado a ter uma vida. Esta banda é um ótimo grupo de pessoas que adoram tocar juntas e haverá mais vindo de nós. “

MMN: “Você é conhecido principalmente como guitarrista, mas os sons de piano que soam no álbum são muito interessantes e de bom gosto. Quais são alguns dos seus pianistas favoritos? “
Josh: “Pianistas? Bem, eu me admiro com qualquer um que consiga tocar piano. Eu amo tocar piano, mas não como um idiota. Eu aprendi por descobrir músicas. Eu adoro tocar Randy Newman no piano. As estruturas dos acordes de Brian Wilson expressam algo em que eu prestei muita atenção. Spoon e Jon Brion colocam um piano mais no final de uma de suas músicas, também é algo maravilhoso para tocar. Pessoas como Thelonious Monk, McCoy Tyner, Bud Powell, e as pessoas mais novas, como Brad Mehldau (Dr. Mehldau’s boy) são incríveis para mim, mas eu não sou nada assim como eles, eu me sinto estranho só em mencioná-los. Eu toquei música por um tempo com uma pessoa incrível chamada Aaron Embry. Eu sempre gostei de vê-lo tocar piano. “

MMN: “Você descreve seu som como arquitectónico, construído sobre uma base sólida, tons manipulados e apoiados por uma exuberante textura eclética e ritmo angular. Para aqueles que não podem compreender esses termos, elaborados em seu processo de composição e para os ouvintes, o que pode se esperar de álbum do Dot Hacker.

Josh: “Eu descrevi a nossa música assim? É bom, eu só não me lembro de ter dito isso. Uau. O processo não tem como definir. As músicas são produzidas em diversos tamanhos e formas. Jams são feitos, às vezes por vezes incrivelmente longos, conversas sobre o som e arranjos aconteceram durante o jantar, realmente depende da música. Eu não tenho certeza do que se esperar de um álbum do Dot Hacker então eu realmente não poderia contar a ninguém. A única coisa que posso dizer é que as pessoas que fazem a música realmente gostam de fazê-la e fazem umas com as outras. Pode-se esperar ouvir isso. ”
 MMN: “O vídeo no Youtube da performance de “Order/Disorder” no Troubadour é incrivel!  Na sua opinião qual é o melhor local – um clube pequeno ou um estádio?
Josh: “Obrigado pelas palavras gentis sobre a apresentação no Troubadour e por quaisquer outros sentimentos que você expresse sobre a música! Devido eu ter tido muita experiência com grandes palcos e palcos pequenos, eu posso honestamente dizer que é tudo a mesma coisa … se você deixá-lo ser. Eu adoro tocar em qualquer lugar que eu possa. “

MMN: “Você, assim como os outros integrantes da banda, tem um registro extenso turnê trabalhando com pessoas como Gnarls Barkley, Beck e Tom Morello para citar alguns. Agora está a gravar e excursionar com sua própria banda. O que o levou a trabalhar com estes artistas e, em seguida, formar a Dot Hacker? “

Josh: “Eu não posso falar pelos outros caras, mas para mim, meu amor por tocar e o desejo de continuar fazendo isso me leva a sair da cama todos os dias. Meu desejo em causar algum efeito com a minha vida e outras coisas de forma positiva através da música é o que me levou a querer escrever e cantar. Meu amor pelos caras com quem eu toco me levou a formar a Dot Hacker”.

MMN: “Como foi sua experiência em trabalhar com estes artistas influentes, isso ajudou no processo de composição e gravação do Dot Hacker?”
Josh: “Trabalhar com essas pessoas maravilhosas, foi algo em que eu fui muito, muito feliz em fazer, me ajudou a

me concentrar no que estou fazendo com a música e é o porquê de eu fazer isso. Eles fizeram com que eu me perguntasse o que eu quero fazer na música. Com as músicas que eu escrevo. Eu quero fazer alguma coisa? Eu quero que alguém as ouça? É o quanto sempre devo manter-me fiel às razões mais básicas em fazer isso. Cada situação, musical e não musical informa o que vem a seguinte e eu tenho a sorte de ter amigos maravilhosos … alguns deles fazem grandes músicas, mas eu aprendo com todos … todos os dias … o dia todo.

MMN: “Qual é o melhor conselho que lhe foi dado por um colega músico e quem disse isso?”
Josh: “Faça isso.” (Eu mesmo)

MMN: “Obrigado pelo seu tempo, Josh! Boa sorte com tudo! “
Josh: “Muito obrigado!! Foi divertido falar com você! “

“Tudo de bom!”

Tradução: Josh Klinghoffer Fansite

Fonte

 

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