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Entrevista do Josh Klinghoffer ao site Hitfix.com

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Josh Klinghoffer tem viajado com um monte de artistas incríveis, dos Red Hot Chili Peppers à Beck, PJ Harvey e Gnarls Barkley. No entanto o mais recente projeto na carreira deste músico, acontece há muito tempo e é a sua fantasia: iniciar sua própria banda para tocar suas próprias músicas com seus amigos.

Parece muito fácil, não é? Imagine que, embora o guitarrista e o baterista tenham feito parte de outras bandas desde que eram adolescentes, durante anos eles fizeram demos, mas raramente tinham tempo e as pessoas para fazer isso, e também que no ano passado ele foi incorporado ao RHCP para substituir seu amigo, “professor” e colaborador John Frusciante.

“Acham que (RHCP) é o mais importante, e é claro que eu amo estar na banda”, diz Klinghoffer em sua última entrevista, “mas desde que eu era adolescente, eu queria estar em uma banda com meus amigos, minha imagem pura de uma banda, até agora meu caminho na vida não me deixava fazer isso “

Esses amigos eram os companheiros de Klinghoffer na turnê do Gnarls, Clint Walsh e Eric Gardner, mais o baixista do Hella, Jonathan Hischke. O resultado é o Dot Hacker e seu primeiro álbum “Inhibition”, que foi colocado à venda hoje (1 de maio). As músicas são uma espécie de melodia levada por uma trama capaz de se tornar um rock mais dark, com uma voz de 32 anos do tipo Matthew Bellamy, as músicas são muito fortes.

o grupo se formou antes de Klinghoffer se juntar aos Red Hot Chili Peppers, mas obviamente finalizou a produção quando o guitarrista ajudou na elaboração de “I’m With You” (2011) em que se começou a preparar uma turnê mundial. O líder dos Chili Peppers, Anthony Kiedis, machucou o pé no inverno e eles tiveram que adiar a turnê por um tempo. Então Klinghoffer finalmente teve tempo para trabalhar com o Dot Hacker.

“A coisa engraçada do meu sonho… é que mesmo estando em turnê com grandes e grandes bandas em lugares incriveis, eu continuava me achando miserável porque eu sentia que estava no õnibus ouvindo as demos das minhas músicas, tipo “Você é fracassado pra c******, por que não termina essas músicas e faz alguma coisa?” ele disse, mesmo reconhecendo que ainda pode levar um tempo para o Dot Hacker fazer uma turnê.

“Eu só gosto de tocar e fazer música com as pessoas que eu me importo. Realmente não importa onde, é como, por que não vamos tocar piano em um bar pequeno? Por que nós queremos deixar felizes as pessoas de um estádio cheio? Mas nós fazemos. A única coisa que eu sempre quis fazer é realmente fazer as pessoas felizes, oferecer algum tipo de positividade com a música que eu escrevo. O Red Hot Chili Peppers faz isso com as pessoas. Eles já estão estabelecidos. Eu ainda quero algo que saia de mim e do meu coração”

Para um músico tão estabelecido como ele é, Klinghoffer ainda é relativamente novo na função de vocalista todo. Ele pode tocar para um estádio cheio de fãs com o Red Hot Chili Peppers, mas “eu nunca tive que me conectar com o público como “Josh”. Algumas pessoas sabem como animar. Todos os olhares estão no Anthony, sabe? Mas para mim é um paradoxo estranho ser uma pessoa tímida e depois começar a pular para fazer o show. Nunca tive que me importar com isso”, disse ele. O Dot Hacker fez apenas 10 shows. “É um processo. Eu não sei ainda como é a minha vibe no palco.”

Klinghoffer tem estado bastante no centro das atenções, desde a temporada passada quando se juntou ao RHCP e tem um lugar com a banda no Rock and Roll Hall of Fame. Instantaneamente, com pouco mais de dois anos tocando com o Chilis ele se tornou o mais jovem homenageado no Rock Hall – um adcional a sua história pessoal.

É uma coisa estranha ter um Hall of Fama. É estranho pois passei anos adorando The Cure, e aqui está o Red Hot Chili Peppers, e entao um consegue e o outro não. É ridículo. No fundo do meu coração, isso não significa nada para mim, mas eu entendo que signifique muito para outras pessoas. Isso cria positividade”, disse ele. “Eu me senti como um idiota no palco, porque em parte, a força das canções Frusciante ajudou a escrever. Ser a pessoa mais jovem a ser introduzida obviamente, traz um monte de coisas estranhas sobre isso. Mas eu quero dizer que não há porque ser negativo sobre isso… “

É reconfortante ouvir Klinghoffer dizer isso. Discutimos o conceito de “rock ‘n’ roll” como perigoso, subversivo – e agora aqui é uma cerimônia anual para um museu, corrosivo para que a força do núcleo criativo. “Eu cresci assistindo a algumas das bandas que estavam lá … olhando para uma história de viciados e loucos [músicos]. E então aqui está [Guns n’ Roses] Matt Sorum dando um grito contra a cocaína do palco. É uma sensação muito distorcida da realidade.”

Perguntei a Klinghoffer se ele protestou internamente Ele disse que usou uma camiseta do The Cure durante a cerimônia.

“Meio fraco, né?” Ele riu. “Eu estou trabalhando em meu jogo.”

Tradução: Josh Klinghoffer Fansite
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